



Alguns polaróides digitais. Será que algum dia teremos esse formatinho de volta? Tenho uma câmera novinha (http://rommis.wordpress.com/2009/04/13/obsoleto/), agora sem utilidade…




Alguns polaróides digitais. Será que algum dia teremos esse formatinho de volta? Tenho uma câmera novinha (http://rommis.wordpress.com/2009/04/13/obsoleto/), agora sem utilidade…
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Olha a Lucy (http://rommis.wordpress.com/2009/01/30/lucy/) aí de novo!




Na edição 102 da Digital Designer, foi publicado um making of resumido do processo de criação da imagem. Claro que não é um passo a passo detalhado, mas sim uma amostra do fluxo de trabalho, desde o esboço a lápis até a finalização no Photoshop. A revista, infelizmente não está mais nas bancas, mas quem tiver interesse pode pedir pelo site (www.digitaldesigner.com.br). Aliás, essa edição tem uma das capas mais bonitas que já vi, com o trabalho do espanhol Sergio Melero.
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Algumas ilustrações minhas foram publicadas na seção Observatório da revista APS Arte Digital nº 13, a edição portuguesa da antiga Advanced Photoshop. Quem costuma visitar o blog já deve ter visto uma das imagens (http://rommis.wordpress.com/2009/01/30/lucy/).

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As marcas do tempo na sanfona e no sanfoneiro.

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Canetas Stabillo, marcador jumbo Faber Castel, papel canson, papelão… Voltando ao analógico. É bom desenhar sem pixels, de vez em quando. Espero que gostem.





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Da luz para a escuridão. Dá um certo sentimento de insegurança.

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Namorar ao telefone não significa, necessariamente, estar distante…

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O vai-e-vem na chuva fina. Aproveitem enquanto a sêca não chega…

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Caramba! Não sei se é porque hoje é segunda-feira, se estou ficando velho e rabujento ou sei lá o quê…
O fato é que não suporto mais aqueles músicos andinos (chilenos, peruanos, colombianos, bolivianos e o raio que os parta), que entram no ônibus e começam a desfiar, em seus instrumentos típicos (geralmente sopro e cordas), “clássicos” do cancioneiro popular. Não que eu não goste de música, na verdade não consigo trabalhar direito se não tiver uma musiquinha tocando no computador (mas nesse caso eu escolho o que quero ouvir). Até de música tradicional andina eu gosto. O problema é que os caras agora abandonaram as músicas típicas de seus respectivos países e teimam em nos impingir coisas que vão de Simon & Garfunkel a Celline Dion (é assim que se escreve?), com um toque de Machu Pichu que realmente não dá para aguentar. Como se não bastasse, agora o passatempo predileto dos ditos cujos é assassinar a obra dos Beatles – e dá-lhe “Yesterday”, “Michelle” e “Let it be” com sotaque de Evo Moralles…
Ouvir o tema de “Titanic” ou “The bridge over the troubled river” ou, “Imagine” com aquele sonzinho de flautas de bambu é um teste de paciência deveras cruel para quem está tentando ler um livro (meu caso), ouvir sua música favorita no MP3 ou celular, tirar um cochilo ou apenas querendo chegar em casa.
Depois o “hijo de una *$#$*&#@” ainda vem passando a sacolinha, querendo contribuição por estar “difundindo la cultura”. Ainda cometo um “hermanicídio”…
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