Musiquinha irritante…

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andinos

Caramba! Não sei se é porque hoje é segunda-feira, se estou ficando velho e rabujento ou sei lá o quê…

O fato é que não suporto mais aqueles músicos andinos (chilenos, peruanos, colombianos, bolivianos e o raio que os parta), que entram no ônibus e começam a desfiar, em seus instrumentos típicos (geralmente sopro e cordas), “clássicos” do cancioneiro popular. Não que eu não goste de música, na verdade não consigo trabalhar direito se não tiver uma musiquinha tocando no computador (mas nesse caso eu escolho o que quero ouvir). Até de música tradicional andina eu gosto. O problema é que os caras agora abandonaram as músicas típicas de seus respectivos países e teimam em nos impingir coisas que vão de Simon & Garfunkel  a Celline Dion (é assim que se escreve?), com um toque de Machu Pichu que realmente não dá para aguentar. Como se não bastasse, agora o passatempo predileto dos ditos cujos é assassinar a obra dos Beatles – e dá-lhe “Yesterday”,  “Michelle” e “Let it be” com sotaque de Evo Moralles…

Ouvir o tema de “Titanic” ou “The bridge over the troubled river” ou, “Imagine” com aquele sonzinho de flautas de bambu é um teste de paciência deveras cruel para quem está tentando ler um livro (meu caso), ouvir sua música favorita no MP3 ou celular, tirar um cochilo ou apenas querendo chegar em casa.

Depois o “hijo de una *$#$*&#@” ainda vem passando a sacolinha, querendo contribuição por estar “difundindo la cultura”. Ainda cometo um “hermanicídio”…

Lucy…

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lucy_in_the_sky_baixa

Ilustração feita num momento de inspiração psicodélica beatlemaníaca. Corel (pois é… aquele programa que o pessoal diz que não serve pra nada) e Photoshop. Eu gostei do resultado…

Capas, capas e mais capas

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Quem sente saudades das velhas capas dos LPs de vinil vai se amarrar nesse site: http://lpcoverlover.com

É um apanhado do que há de melhor (e pior) em capas de discos de todos os tempos. Tem coisa dos EUA, Israel, Inglaterra, Rússia e, claro, do Brasil. Vale a pena adicionar aos favoritos, como fonte de referência.

Marillion free

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Seguindo a mesma política do “dividir para conquistar” – no caso, dividir sua obra com os fãs para conquistar outros mais -, já utilizada pelo Radiohead, para divulgar seu disco “In Rainbows”, o Marillion coloca na web o álbum “Happiness is the road”. Através do site Music Glue (http://www.musicglue.com/marillion), pode-se baixar todas as faixas do álbum, apenas fazendo-se o cadastro de um e-mail. Claro que por trás dessa estratégia há a comercialização de diversos itens para os fãs da banda, como camisetas, versões das músicas com qualidade mais alta (não que as gratuitas não sejam mais que satisfatórias) e entradas para a turnê britânica da banda. Além disso pode-se fazer a pré-compra da versão em CD de “Happiness is the road” – álbum duplo, em embalagem de luxo.  Um detalhe: as versões das músicas com qualidade mais alta não serão gratuitas, mas você escolhe quanto quer pagar por cada uma.

Eu baixei, ouvi e gostei. Continua bem “Marillion”…

Um dinossauro se foi…

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Não há muito o que dizer, então… Até logo, Rick Wright.

Imperdíveis malditos

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Foto: Romildo Souza

Imperdível a oportunidade de conferir o show “Adoráveis Malditos”, onde Eduardo Rangel, acompanhado pelo pianista e arranjador Joaquim França, relembram as trajetórias polêmicas e trágicas de Torquato Neto e Sergio Sampaio, dois poetas/compositores/trangressores, que nos deixaram uma obra extremamente rica e original. Muitas das composições dos homenageados, hoje despontam nas vozes mais conhecidas da MPB, como Zeca Baleiro, Chico César, Isabella Taviani e Titâs, entre outros.

Além das canções, serão contadas curiosidades sobre a vida dos dois poetas, como a origem da música “Cajuína”, composta por Caetano Veloso ao retornar do velório de Torquato, para o pai do suicida. Aliás, falando em Torquato, o público terá a oportunidade de conhecer o restante do poema “Go back”, musicado pelo “Titã” Sérgio Brito.

Apesar de terem morrido precocemente (Torquato aos 28 e Sergio Sampaio aos 47), ambos influenciam ainda hoje, diversos artistas da música brasileira, tendo sido bravados por Lenine, Zizi Possi, João Bosco, Luiz Melodia, Eduardo Dusek, entre outros.

Classificado por Eduardo Rangel como “um show para desafinar o coro dos contentes”, onde serão interpretadas músicas como: “Tem que acontecer”, “Meu pobre blues”, “Eu quero é botar meu bloco na rua”, “Mamãe Coragem”, “Louvação”, “Let´s play that” e “Pra dizer adeus”.

Vá e confira!


ADORÁVEIS MALDITOS

EDUARDO RANGEL e JOAQUIM FRANÇA

Dias 21 e 22 de AGOSTO (Quinta e Sexta) - 19 horas

No “CAFÉ CULTURAL” – em frente ao Teatro da Caixa – Brasília DF

ENTRADA FRANCA

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