Musiquinha irritante…

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andinos

Caramba! Não sei se é porque hoje é segunda-feira, se estou ficando velho e rabujento ou sei lá o quê…

O fato é que não suporto mais aqueles músicos andinos (chilenos, peruanos, colombianos, bolivianos e o raio que os parta), que entram no ônibus e começam a desfiar, em seus instrumentos típicos (geralmente sopro e cordas), “clássicos” do cancioneiro popular. Não que eu não goste de música, na verdade não consigo trabalhar direito se não tiver uma musiquinha tocando no computador (mas nesse caso eu escolho o que quero ouvir). Até de música tradicional andina eu gosto. O problema é que os caras agora abandonaram as músicas típicas de seus respectivos países e teimam em nos impingir coisas que vão de Simon & Garfunkel  a Celline Dion (é assim que se escreve?), com um toque de Machu Pichu que realmente não dá para aguentar. Como se não bastasse, agora o passatempo predileto dos ditos cujos é assassinar a obra dos Beatles – e dá-lhe “Yesterday”,  “Michelle” e “Let it be” com sotaque de Evo Moralles…

Ouvir o tema de “Titanic” ou “The bridge over the troubled river” ou, “Imagine” com aquele sonzinho de flautas de bambu é um teste de paciência deveras cruel para quem está tentando ler um livro (meu caso), ouvir sua música favorita no MP3 ou celular, tirar um cochilo ou apenas querendo chegar em casa.

Depois o “hijo de una *$#$*&#@” ainda vem passando a sacolinha, querendo contribuição por estar “difundindo la cultura”. Ainda cometo um “hermanicídio”…

Continua não parecendo banco

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Os guichês dos caixas vazios

A fila só crescendo…

E o Unibanco continua com sua política de reduzir funcionários e aumentar as filas (pelo menos na agência de Taguatinga). Nas fotos pode-se ver a situação da última segunda-feira.

Ah, e não adianta muito ligar para o Procon. Vários clientes fizeram isso e tiveram que ficar escutando musiquinha até cansar e desistir. Existe um Procon para o Procon???

Nem parece banco…

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Este slogan não poderia ser mais adequado. Realmente, a agência do Unibanco de Taguatinga Centro nem parece banco, está mais para posto de saúde ou emergência de hospital público. Acho até que esperaria menos em um hospital…

Nesta segunda-feira fiquei mais de uma hora, na fila, de pé, juntamente com umas 50 pessoas na mesma situação, apenas para fazer um depósito, quando “A lei 8.711 de 16 de novembro de 2007 prevê a permanência de todo cliente dos bancos seja de no máximo 30 minutos para ser atendido após entrar na fila, receber uma senha informando o horário de chegada e oferecer um serviço de qualidade para o usuário.’”

Parece que a direção do Unibanco desconhece esta lei, pois na referida agência, não há a máquininha que fornece a senha e o cliente fica sem ter como provar que ficou esperando por mais tempo que o permitodo por lei. Além de tudo, retiraram o relógio que havia em uma das paredes, que poderia servir de evidência, se fotografado marcando o lapso de tempo do atendimento. E o detalhe do conforto ficou esquecido, já que não há cadeiras, bancos, caixotes ou qualquer coisa para se sentar.

O que acho mais interessante é que na agência em que tenho minha conta – a do Setor Comercial Sul – as coisas são “um pouquinho” diferentes. Lá existe a maquininha de senhas, os clientes aguardam a sua vez de serem atendidos sentadinhos em cadeiras macias – não há filas – e o calor é amenizado pelo ar condicionado. Fico aqui me perguntando: “Por que a diferença de tratamento???”

O bacana é que, quando questionei a funcionária do caixa a respeito da demora do atendimento, ela me disse: “É, a coisa está desse jeito e parece que vai continuar assim. A direção diminuiu o número de funcionários, sobrecarregando os demais.”

Parabéns, Unibanco!!!

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